Censura???
Sim, a censura existe onde menos a gente imagina!
Sempre paguei um preço muito caro por expor o que penso e não ter paciência nenhuma para hipocrisia.
Sempre assumo minha posição independente de suas consequências, sendo elas positivas ou negativas.
Hoje, dia 31 de março de 2011 fui censurado pela segunda vez por uma empresa de comunicação por ter publicado em meu facebook a minha opinião de um fato polêmico que tem ocorrido na cidade de Brotas. A hipocrisia com a qual foi tratado o fato me surpreende, pois a minha posição é a mesma do acusador que expõe diariamente com fatos, falas, gestos e de todas as outras formas de publicar uma mensagem! mas na hora do "vamos ver" nega como um covarde.
Você já ouviu o ditado "A CORDA ESTOURA SEMPRE DO LADO MAIS FRACO"??? foi o que ocorreu. Só que felizmente sei da força de minhas palavras e isso não vai interferir, muito menos me oprimir.
A censura em minha vida não tem vez. De uma forma ou de outra minhas idéias serão expostas quer gostem ou não!
Consideração, respeito, agradecimento, companheirismo...é tudo que não vou levar dessa incrivel experiência que vivi nesses ultimos anos de servidor!!!
Acho que tenho o péssimo habito de teimar e ter a boca muito aberta!!! agora sim tenho motivos pra falar!
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
MAIS UMA BALADA
O que mais importa do que essa verdade que entorpece
Cada gesto seu embriagante que me ofusca a realidade
E quem mais sabe depois de tantas idas e vindas?
E quem se importa se a escolha certa é a melhor escolhida?
Penso nas estrelas que brilham entre as nuvens
Hora sim, hora não
Penso no cheiro das tuas cores estonteantes
A realidade com hora marcada sem chegada nessa canção
Essa balada blues que mais parece o bálsamo de um bolero
Que no apse cortez a elegancia se "impudera"
Com minha cara que mesmo lavada continua cuspida e escarrada
Quer estar do teu lado ao ver a luz do dia pela fresta da janela
Mas meu coração é simples e careta
que só pede um pouco mais do que só tua atenção
Quer que o tempo se lasque em tua mania de horas
Quer viver o tempo agora e sem demora
Quer viver o mundo com você, sem você que o mundo se dane
Não quer saber de etiqueta, bandeira ou religião
Quer ouvir o cantarolar de tua voz desafinada
E num prazer mais que egoísta quer só pra ti seu coração.
**********************************************************************
Inventei uma palavrinha ai...licensa poetica
"Impudera"= sem pudor
Mais uma pra minha preta....
Cada gesto seu embriagante que me ofusca a realidade
E quem mais sabe depois de tantas idas e vindas?
E quem se importa se a escolha certa é a melhor escolhida?
Penso nas estrelas que brilham entre as nuvens
Hora sim, hora não
Penso no cheiro das tuas cores estonteantes
A realidade com hora marcada sem chegada nessa canção
Essa balada blues que mais parece o bálsamo de um bolero
Que no apse cortez a elegancia se "impudera"
Com minha cara que mesmo lavada continua cuspida e escarrada
Quer estar do teu lado ao ver a luz do dia pela fresta da janela
Mas meu coração é simples e careta
que só pede um pouco mais do que só tua atenção
Quer que o tempo se lasque em tua mania de horas
Quer viver o tempo agora e sem demora
Quer viver o mundo com você, sem você que o mundo se dane
Não quer saber de etiqueta, bandeira ou religião
Quer ouvir o cantarolar de tua voz desafinada
E num prazer mais que egoísta quer só pra ti seu coração.
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Inventei uma palavrinha ai...licensa poetica
"Impudera"= sem pudor
Mais uma pra minha preta....
segunda-feira, 21 de março de 2011
EU TO À BESSA
Eu tô à bessa, eu tô à bessa
Eu tô à bessa, eu tô que tô
Eu tô à bessa, eu tô sem pressa
Eu posso ir a onde você for
Eu já cai nas peças da vida
Nas armadilhas do coração
Um dia o improvavel acontece
Você chegou sem pedir permissão
Você têm olhos de lua cheia
Em noites frias de Santa Cruz
Nem Caetano nem beltrano poderiam explicar
O sentido desorientado de tua beleza
Talvez eu te encontre nas belezas de Londres
Ou nas jogatinas de Los Angeles
Num congresso na America Latina
Ou lutando pelo povo em Brasília
Talvez Iraque, Moçambique ou Bahia
Salvador daqui ou Dali
No Nordeste brasileiro a beleza
E a pobreza que sem poem a mesa
Caricato, abstrato em tua trilha
De cara limpa luta sem cessar
E pense bem, eu penso bem, pense bem
No cólo da tua mãe faz seu papel de filha
Família...família.
Mas nada me importa mais
Do que esse coração aflito sem paz
Deixa eu cuidar de você
Enquanto cuida do mundo
Deixa eu olhar por você
Enquanto você olha por todo mundo
Deixa eu produzir a tua trilha
Ser teu tema, tua inspiração
Teu desejo, tua Bossa Nova
Ou um velho Samba-Canção
Deixa eu tirar o teu sono
Te ofegar com poesias e sexo
Massagear teu ego com palavras
Te dar um mundo sem aflição.
Amor...
Deixa eu te dar amo...
Amor...
Deixa eu te dar amor...
*******************************************************************************************
COMPOSIÇÃO: Ivan Furlanetto
INSPIRAÇÃO: Mariellen Bueno
Composta dia 20 de março de 2011
Eu tô à bessa, eu tô que tô
Eu tô à bessa, eu tô sem pressa
Eu posso ir a onde você for
Eu já cai nas peças da vida
Nas armadilhas do coração
Um dia o improvavel acontece
Você chegou sem pedir permissão
Você têm olhos de lua cheia
Em noites frias de Santa Cruz
Nem Caetano nem beltrano poderiam explicar
O sentido desorientado de tua beleza
Talvez eu te encontre nas belezas de Londres
Ou nas jogatinas de Los Angeles
Num congresso na America Latina
Ou lutando pelo povo em Brasília
Talvez Iraque, Moçambique ou Bahia
Salvador daqui ou Dali
No Nordeste brasileiro a beleza
E a pobreza que sem poem a mesa
Caricato, abstrato em tua trilha
De cara limpa luta sem cessar
E pense bem, eu penso bem, pense bem
No cólo da tua mãe faz seu papel de filha
Família...família.
Mas nada me importa mais
Do que esse coração aflito sem paz
Deixa eu cuidar de você
Enquanto cuida do mundo
Deixa eu olhar por você
Enquanto você olha por todo mundo
Deixa eu produzir a tua trilha
Ser teu tema, tua inspiração
Teu desejo, tua Bossa Nova
Ou um velho Samba-Canção
Deixa eu tirar o teu sono
Te ofegar com poesias e sexo
Massagear teu ego com palavras
Te dar um mundo sem aflição.
Amor...
Deixa eu te dar amo...
Amor...
Deixa eu te dar amor...
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COMPOSIÇÃO: Ivan Furlanetto
INSPIRAÇÃO: Mariellen Bueno
Composta dia 20 de março de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
DE QUE ME VALE?
Que não nos cesse o risco uma só dose embriagante de euforia
eu quero mesmo é beber aquele dia em que sentada na mesa do bar,
vc me dizia que eu andava em qualquer lugar e podia ver e beijar o céu , a loucura a beira mar "
A idéia banal dos doces tragos, apoiada por uma breve desculpa, logo esquecida
minha memória aproveitadamente curta, não me deixou esquecer daquele olhar,
quanta intenção e eu vivia presa, à seca , à sede daquele luar
Eu achava tudo tão ridículo, as meninas dos belos vestidos
com teus papos rotineiros sobre o bofe
e eu juro ... só quero mais um porre e me sentir longe pobre de toda essa hipocrisia
E me lembrar do que minha avó me dizia
eu que a achava tão das antigas, hoje a minha testa cuspida, a velha tava certa
a vida passa e a gente acorda as vezes na hora errada
em meia estrada, eu não vou deixar de caminhar
meus ouvidos à tua critica, e tua conta rica, não vai me fazer parar
loucura é me desviar de todo esse lirismo AMAR
me matar na falta de coragem, absurdamente covarde
sem me valer agora cada gole , lembrar das vindas e vidas de que me vale ?
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COMPOSIÇÃO: Ivan Furlanetto e Lara Mershbacher
INSPIRAÇÃO: Sintonia
Essa sim consegue me arrancar lagrimas de saudades....
Afirmo sem medo de dizer que a Lara foi, é e sempre será o maior amor da minha vida!!!!
Sabe lá Deus onde vc está agora!!!
REFLEXO DO ESPELHO
Já quis te odiar por uma noite
Quis anotar todos os defeitos
Numa folha velha e suja jogada ao chão
E fazer um disfarce para todos os seus defeitos
Fazendo isso pude ver
Que olhar pra você é como se eu olhasse pra mim
Nós dois temos os mesmos defeitos
Mas já nem sei porque me sinto assim
Acho melhor voltarmos pra casa
Deixando o silencio nos dominar
Mas caso você mude de idéia
Nos leve pra qualquer lugar...qualquer lugar
É fato tudo pode acontecer
É só olhar cada traço traçado por nós
Mas você sempre voa mais longe
Mas nunca me deixa só
A esfinge na esfera de teus olhos
São sempre mais simples de entender
E quando anoitece tua alma
Só uma coisa a fazer...
******************************************************************8
COMPOSIÇÃO: Ivan Furlanetto
INSPIRAÇÃO: Aline Rocha
Essa é bem antiga....
O tempo passa e as idéias mudam...
Quis anotar todos os defeitos
Numa folha velha e suja jogada ao chão
E fazer um disfarce para todos os seus defeitos
Fazendo isso pude ver
Que olhar pra você é como se eu olhasse pra mim
Nós dois temos os mesmos defeitos
Mas já nem sei porque me sinto assim
Acho melhor voltarmos pra casa
Deixando o silencio nos dominar
Mas caso você mude de idéia
Nos leve pra qualquer lugar...qualquer lugar
É fato tudo pode acontecer
É só olhar cada traço traçado por nós
Mas você sempre voa mais longe
Mas nunca me deixa só
A esfinge na esfera de teus olhos
São sempre mais simples de entender
E quando anoitece tua alma
Só uma coisa a fazer...
******************************************************************8
COMPOSIÇÃO: Ivan Furlanetto
INSPIRAÇÃO: Aline Rocha
Essa é bem antiga....
O tempo passa e as idéias mudam...
Presente
Ao que se faz que tanto paga
Se o apego é do sufoco do querer
Entrelinhas, entre bares
Saias rodadas que sua mãe fez
A vontade da surpresa
Se perde no conformismo do não
A distancia faz doer
Mas não faz perder a emoção
Tantas pessoas mas cadê?
Tão vazio quanto a solidão
Veneno de interior que alucina
Tão longe e tomado o coração
Entre um gole e outro o dia parece clarear
Acho que é só tempo passando e deixando o desespero
Cadê você? Que tanto me domina
O que eu tanto queria, agora caiu o preço
Já posso ouvir os sinos da igreja
Que não me deixam me perder no tempo
Já com os olhos embaçados não sei quem vem
Caminhando entre as pessoas quem vem lá?
Quem vem chegando dando paz a solidão
Sim, é ele de tão longe trazendo ar
Pegando meu corpo como um assassino
Enchendo meus olhos lagrimas
Oh meu bem tu chegaste?
Com este abraço pude perceber, e olhava
Quem desespero de te ter
É o sonho que eu tanto sonhava
*****************************************************************
COMPOSIÇÃO: Ivan Furlanetto
INSPIRAÇÃO: Ana Célia Berto (Cecéh)
A maior musa inspiradora que já tive em todos esses anos.
Se o apego é do sufoco do querer
Entrelinhas, entre bares
Saias rodadas que sua mãe fez
A vontade da surpresa
Se perde no conformismo do não
A distancia faz doer
Mas não faz perder a emoção
Tantas pessoas mas cadê?
Tão vazio quanto a solidão
Veneno de interior que alucina
Tão longe e tomado o coração
Entre um gole e outro o dia parece clarear
Acho que é só tempo passando e deixando o desespero
Cadê você? Que tanto me domina
O que eu tanto queria, agora caiu o preço
Já posso ouvir os sinos da igreja
Que não me deixam me perder no tempo
Já com os olhos embaçados não sei quem vem
Caminhando entre as pessoas quem vem lá?
Quem vem chegando dando paz a solidão
Sim, é ele de tão longe trazendo ar
Pegando meu corpo como um assassino
Enchendo meus olhos lagrimas
Oh meu bem tu chegaste?
Com este abraço pude perceber, e olhava
Quem desespero de te ter
É o sonho que eu tanto sonhava
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COMPOSIÇÃO: Ivan Furlanetto
INSPIRAÇÃO: Ana Célia Berto (Cecéh)
A maior musa inspiradora que já tive em todos esses anos.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
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E assim se encerra mais uma etapa.
Agora é intensa a buscar por prazeres solitários, pois se vê só, e percebe que dessa vez é sério.
Não sabe como chegou a essa situação lamentável, faz suposições. Na verdade finge não saber.
O relógio toca o despertando do único prazer de viver. São 6 da manhã, percebe que é muito cedo para um suicídio. Se levanta, vai até o banheiro e olha sua cara amassada no espelho, sujo de respingos de pasta de dente, e procura alguém que há anos não consegue enxergar.
Após escovar os dentes vai até a geladeira e coloca a caixa de leite sobre a mesa, vai até o quintal e fuma um cigarro. Enquanto fuma fica pensando no que pensar, buscando o entendimento daquela dependência por tanta dependência pra ser feliz, e percebe que é só pra aliviar. Volta para a cozinha, coloca de volta a caixa de leite na geladeira sem ao menos ter tomado um gole se quer e sai rumo ao tedioso trabalho.
Enquanto caminha entre as avenidas, vê uma mulher bem jovem, talvez tenha uns 25 anos, que se aproxima agressivamente. Assustado se afasta, pensa em perguntar no que seria útil, mas não se sentia importar com aquela situação e percebe que apesar da gentileza sua voz não saiu. A mulher desesperada chora intensamente sentada ao chão com olhar de suplica. Ele atravessa a rua entre os carros parados no farol sem se importar com a jovem.
Sem sentir prazer nessa coisa que delicadamente chama de “vida do caralho”, pouco se importa em olhar para os lados, só faz o que tem que fazer sem ao menos prestar atenção. E vai vivendo assim.
No final do expediente resolve voltar pra casa sem passar no religioso boteco que tomava uma dose de vodka todos os dias. Quando chega próximo ao farol percebe que a jovem continua sentada no mesmo lugar. Mas agora já está seca, não chora mais. Ao se aproximar a vê se levantar e olhar nos seus olhos, como se o culpasse por alguma coisa. Ela se vira e caminha sobre a avenida em pleno movimento e é atropelada. Ele se aproxima da acidentada com a trilha das buzinas dos carros e percebe ser a mulher que até ontem declamava amor. Acende um cigarro, da um trago e toma o seu caminho de volta a casa.
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